domingo, 22 de julho de 2012

Valente, brave, rebelle



Alerta Spoilers!!!!!


Sem brilhos, nem bailes, nem cor-de-rosa, nem príncipes encantados. Ela é uma princesa que monta à cavalo e é exímia arqueira, luta e tem cabelos cacheados.
Ela desafia seu destino, não se conforma com seu papel na sociedade e na tradição de sua gente. Ela luta pela sua liberdade. Ela teima querer escolher. Ela não espera ninguém para salvá-la. Vai em busca de soluções para seus problemas e quando a solução que esperava ser a certa não é o que esperava vai atrás de fazer tudo ficar certo novamente. Ela tem ajuda de pessoas, fadas e de animais, mas nenhum deles luta mais do que ela ou à salva do seu destino. 
Não tenho certeza de que ela é uma heroína feminista. Mas sei que essa é uma princesa que não está presa à um destino, à um padrão de comportamento. Ela escolhe lutar pelo que deseja, ela escolhe escrever sua própria estória traçar o seu destino, baseado nos seus próprios desejos e escolhas. Ela é a protagonista da estória todos os outros personagens são coadjuvantes da sua aventura.
Não se parece em nada com as outras princesas Disney e seu final feliz é uma página em branco que ainda vai ser escrita de acordo com o que quisermos! Não sei se precisa dizer ou se já ficou bem claro, então digo assim mesmo, achei o filme fantástico. Tem mais textos sobre o filme aqui e aqui.

Um comentário:

Rita disse...

Liliane,

pela recusa em ter seu destino definido pelas tradições que a colocam como incapaz de escolhas e pela comparação que ela faz no início do filme entre ela e seus irmãos meninos, vejo-a como heroína feminista, sim. Mas a gente teria que perguntar pra ela se ela se define dessa forma, hahaha.

Beijocas
Rita