Outro ano letivo que acaba e minha sensação é de um alívio enorme! Acabou sobrevivi, sobrevivemos.
Outro ano que resisti a intensa pressão e a dificuldade de inclusão de uma criança na escola sem que a escola e os profissionais dela sugiram a intervenção de psicólogos. Nada contra psicólogos e tudo contra a necessidade de um diagnóstico para implementar um plano de ação para ajudar uma criança inteligente a se adaptar a um sistema escolar debilitado e injusto.
Esse ano foi bem amargo, mas enfim ele chega a seu fim. E o sentimento é de vitória por que vimos nosso filho crescer, se desenvolver, alcançar objetivos e superar obstáculos. Sem precisar nos render à consulta, ao diagnóstico que suspeitamos desnecessário. Diagnóstico que entendemos, na verdade, como uma forma de fazer a escola e o sistema de ensino fluir mais facilmente dentro das suas falhas.
Esse ano foi bem amargo, mas enfim ele chega a seu fim. E o sentimento é de vitória por que vimos nosso filho crescer, se desenvolver, alcançar objetivos e superar obstáculos. Sem precisar nos render à consulta, ao diagnóstico que suspeitamos desnecessário. Diagnóstico que entendemos, na verdade, como uma forma de fazer a escola e o sistema de ensino fluir mais facilmente dentro das suas falhas.
Queremos que nosso filho se desenvolva, se adapte, mas nos recusamos a diagnosticá-lo para que isso aconteça. Buscaremos ajudas e novas abordagens pedagógicas, quando vermos a necessidade. Mas consulta psicológicas direcionadas à diagnósticos de atenção, não serão feitos. Principalmente, no contexto de escola e sistema escolar que temos aqui. Onde toda essa informação é arquivada junto com o histórico escolar da criança. Onde o diagnóstico é feito por um profissional da escola que conversa só com a criança, que faz testes para medir o que quer que seja e que do qual os pais não participam.
Me recuso a sujeitar meu filho a uma coisa que não sei qual é e que é prescrita baseada no desinteresse dele por um conteúdo que ele viu e reviu diversas vezes, e que não lhe prende a atenção. E o chocante é ver que ao invés de renovar o conteúdo ou modificar a abordagem pedagógica, tentam modificar a criança.
Enfim o ano acabou e apesar de ter sido por um triz, ele passou. E agora é segundo ano e novos desafios, ou novas abordagens dos velhos desafios. Veremos.
No mais eu estou muito feliz!

5 comentários:
Blog organizado, brinks. Gostei de tudo, do visual aos textos. É ótimo exercício, ter um blog, imagino eu, para um imigrante e para quem é mãe.Parabéns mesmo!! Beijo grande.
Obrigada pelo elogios, Wilma! <3
Eu comecei o blog muito muito antes de imigrar e de ser mãe. :)
Na verdade ele reflete um pouco do que sou eu, da minha vida, minhas mudanças minhas reflexões. Desde que comecei até hoje.
Apareça sempre!
beijo!
Feliz por você, Liliane. Pela sua bravura, pela sua teimosia, pela sua luta em priorizar a sua criança e pela sua vitória! :-)
Feliz também por você Lili, pela sua coragem, pelo resultado!!! E dá um abração no filhote aí!!!
Obrigada meninas
<3 <3
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