Eu me desobriguei de vir aqui escrever, mas continuo a ler os meus prediletos por ai, esta semana me deparei com um assunto recorrente e ia até comentar, mas deixar comentários longos é muito chato, então resolvi escrever aqui...
A coisa mais difícil que eu enfrentei e enfrento depois de ser mãe é, não as minhas ferinhas , mas sim o julgamento de todas as outras mulheres!
Mães ou não uma mulher sempre julga a outra, as condutas, escolhas e atitudes de toda e qualquer mãe são julgadas por todos inclusive pelas suas amigas do peito!
Nunca nenhuma criança vai ser limpa, educada, descolada, inteligente, altruísta e adulta o suficiente para esse juri severo, seja ele abalizado ou não, proferir suas críticas.
Mesmo quando a mulher não teve filhos ela julga segundo a máscara que a mãe dela deixou impressa em seu inconsciente... Ser uma mãe sem máscaras e sem julgamentos é extremamente difícil. Desafio qualquer uma a tentar fazê-lo.
Eu tentei muito fazer meu filho (vai completar 03 anos mês que vem) se comportar como um adulto, mas sempre me deparava com um ataque quando ele tinha fome ou sono, então relaxei, pois se eu não sou perfeita, meus filhos é que não o serão!
O que a maioria esquece é que as crianças estão em processo de educação e às que dizem: mas eu nunca fiz isso e lá em casa não era assim, é porque a memória de todo mundo só começa depois dos 03 anos o que veio antes é singelamente deixado no inconsciente, ou mesmo convenientemente esquecido...
Claro que não sou adepta da anarquia, quem me conhece sabe... Os pequenos delinquentes exitem aos montes e conheço dezenas, eles só são assim porque seus pais permitem! Então porque não falar dos pais ausentes, ao invés de falar das vítimas!!!
Maternidade é uma escolha difícil que implica em várias outras escolhas difíceis: largar vida social, amigos, programação de TV, aprender a conviver com a bagunça eterna em que a casa se transforma, deixar o trabalho pelo menos em segundo plano... Passar 24 horas por dia, sete dias por semana convivendo com seu filho é extenuante, embora vê-los crescer seja um grande prazer... Maternidade é isso um grande paradoxo, mesmo quem vive não sabe bem como descrever.
Eu prefiro mil vezes passar o dia no trabalho do que em casa com as crianças, embora esteja trabalhando menos para poder criar meus filhos... É muito mais fácil trabalhar do que criar nossos filhos e talvez seja essa a resposta do enigma por trás dos monstrinhos que proliferam por ai...
E sinceramente pouco me importa se o filho de Fulana fez coco na cabeça dela ou se é o filho do vizinho quem tira o carro dele da garagem todo dia, mesmo tendo apenas 03 anos de idade, para não chorar ao se despedir dos pais, ou quem controla o controle remoto na casa dos outros, ou se a ministra da justiça pariu e voltou correndo para o trabalho, ou se alguém vai preferir parir dentro do escritório para dar tempo de entregar o relatório da semana para o chefe, ou se vai parir dentro de uma piscina na sala de casa , ou dar de mamar até que o filho complete a maioridade!
Cada uma faz suas escolhas conscientemente ou não. O mais importante é arcar com as consequências, pois elas virão...
E tenho certeza que a dita ministra (ministra da justiça da França) não quis ser exemplo pra ninguém, ela só seguiu seu próprio instinto e esse é meu conselho, siga seu instinto, nós humanos somos antes de tudo animais e temos instinto...
A coisa mais difícil que eu enfrentei e enfrento depois de ser mãe é, não as minhas ferinhas , mas sim o julgamento de todas as outras mulheres!
Mães ou não uma mulher sempre julga a outra, as condutas, escolhas e atitudes de toda e qualquer mãe são julgadas por todos inclusive pelas suas amigas do peito!
Nunca nenhuma criança vai ser limpa, educada, descolada, inteligente, altruísta e adulta o suficiente para esse juri severo, seja ele abalizado ou não, proferir suas críticas.
Mesmo quando a mulher não teve filhos ela julga segundo a máscara que a mãe dela deixou impressa em seu inconsciente... Ser uma mãe sem máscaras e sem julgamentos é extremamente difícil. Desafio qualquer uma a tentar fazê-lo.
Eu tentei muito fazer meu filho (vai completar 03 anos mês que vem) se comportar como um adulto, mas sempre me deparava com um ataque quando ele tinha fome ou sono, então relaxei, pois se eu não sou perfeita, meus filhos é que não o serão!
O que a maioria esquece é que as crianças estão em processo de educação e às que dizem: mas eu nunca fiz isso e lá em casa não era assim, é porque a memória de todo mundo só começa depois dos 03 anos o que veio antes é singelamente deixado no inconsciente, ou mesmo convenientemente esquecido...
Claro que não sou adepta da anarquia, quem me conhece sabe... Os pequenos delinquentes exitem aos montes e conheço dezenas, eles só são assim porque seus pais permitem! Então porque não falar dos pais ausentes, ao invés de falar das vítimas!!!
Maternidade é uma escolha difícil que implica em várias outras escolhas difíceis: largar vida social, amigos, programação de TV, aprender a conviver com a bagunça eterna em que a casa se transforma, deixar o trabalho pelo menos em segundo plano... Passar 24 horas por dia, sete dias por semana convivendo com seu filho é extenuante, embora vê-los crescer seja um grande prazer... Maternidade é isso um grande paradoxo, mesmo quem vive não sabe bem como descrever.
Eu prefiro mil vezes passar o dia no trabalho do que em casa com as crianças, embora esteja trabalhando menos para poder criar meus filhos... É muito mais fácil trabalhar do que criar nossos filhos e talvez seja essa a resposta do enigma por trás dos monstrinhos que proliferam por ai...
E sinceramente pouco me importa se o filho de Fulana fez coco na cabeça dela ou se é o filho do vizinho quem tira o carro dele da garagem todo dia, mesmo tendo apenas 03 anos de idade, para não chorar ao se despedir dos pais, ou quem controla o controle remoto na casa dos outros, ou se a ministra da justiça pariu e voltou correndo para o trabalho, ou se alguém vai preferir parir dentro do escritório para dar tempo de entregar o relatório da semana para o chefe, ou se vai parir dentro de uma piscina na sala de casa , ou dar de mamar até que o filho complete a maioridade!
Cada uma faz suas escolhas conscientemente ou não. O mais importante é arcar com as consequências, pois elas virão...
E tenho certeza que a dita ministra (ministra da justiça da França) não quis ser exemplo pra ninguém, ela só seguiu seu próprio instinto e esse é meu conselho, siga seu instinto, nós humanos somos antes de tudo animais e temos instinto...
Nenhum comentário:
Postar um comentário